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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Para o bem de todos e do planeta, recicle!



A reciclagem de materiais é uma das principais formas de solucionar a questão da geração de lixo



Se você se preocupa com a qualidade de vida, tanto das pessoas quanto do planeta, veja este números; segundo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil de (Abrekoem ), cada brasileiro gera 378,4 quilos de resíduos por ano, sendo que 42% do total produzido ainda recebe a destinação incorreta. Quando se compara esses dados aos coletados em 2009, obtém-se um crescimento de cerca de 5,3% no volume gerado e uma redução de 0,8% nas destinações incorretas. Embora esteja ocorrendo uma redução desse indicador, é necessário muito trabalho para que fique de acordo com oque estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê a extinção dos lixões até 2014.
Uma alternativa para o crescimento do volume de resíduos gerados no país é a reciclagem. Ainda segundo a pesquisa citada ,divulga-se que 57,6% dos municípios brasileiros possuem iniciativas de coleta seletiva. Embora o dado aparente ser uma boa notícia, deve-se avaliá-lo com ressalvas, considerando que tais atividades podem estar relacionadas apenas á disponibilização de pontos de entrega voluntária aos habitantes ou a convênios formalizados com cooperativas de catadores. Sendo assim, uma boa iniciativa para o aumento efetivo desses índices está nas mãos de cada um de nós, na medida em que podemos mudar alguns hábitos desnecessários. Não é só por meio da seleção do que é útil e inútil e da reciclagem que podemos colaborar, mas também através da redução da geração de resíduos utilizando o princípio dos três R's:a primeira forma de contribuir para resolver esse problema ambiental é reduzir o consumo, desde bens supérfluos até alimentos e embalagens. Outra maneira de ajudar o planeta é reutilizar em vez de descartar. Um copo de requeijão, por exemplo, pode se transformar em utensílio doméstico. Por fim, podemos diminuir o problema do lixo encaminhando resíduos para a reciclagem.
É por meio da reciclagem que papéis usados se transformam em novas folhas ou caixas de papelão, vidros em novas garrafas ou frascos; plásticos podem ser transformar em vassouras, potes e até camisetas; e metais em novas latas ou recipientes. O processo começa pela correta separação do lixo em casa e bem prosseguimento nas usinas de reciclagem, por exemplo. De forma geral, o cidadão comum possui uma participação mais significativa no primeiro passo da reciclagem, em que se tem a separação do lixo, uma etapa fundamental para a realização do restante do processo.
A princípio, a forma mais simples de se fazer a separação é isolar o resíduo seco do úmido. O seco consiste, sobretudo, em embalagens, papéis, revistas e jornais.
O lixo úmido é composto basicamente por restos de alimentos. Um detalhe muito importante é a contaminação dos materiais envolvidos. Um objeto reciclável(uma embalagem de plástico, por exemplo), em contato com contaminantes(óleos, graxas, solventes etc.),deixa de ser reciclável. Portanto, a correta separação dos materiais é vital para que a cadeia de reciclagem seja bem-sucedida.

Fontes:Institutop AKatu(www.akatu.org.br),(www.institutogea.org.br).



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lixo como diminuir e como descartar


Acumulo de resíduos é um dos grandes problemas. Saiba o que você pode fazer para reduzi-lo.

O excesso de lixo produzido por nós tem sido um problema. Muitas vezes, geramos resíduos sem perceber, podendo parecer pouco o quase nada. Mas cada pequeno descarte entra na soma de todo o lixo do planeta, que já atingiu dados do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cada brasileiro produz, em média, uma tonelada de lixo a cada três anos. Já não existe espaço para comportar tantos resíduos e, além disso, 5.000 dos 6.500 municípios brasileiros ainda não possuem aterros sanitários para isolar o lixo e jogam em lixões.
Para atenuar esse problema, a solução mais racional é a colaboração de cada um de nós na diminuição da quantidade de lixo e, principalmente, no reaproveitamento(ou reciclagem) dele sempre que possível veja algumas dicas de como ajudar o planeta, dando um destino correto ao lixo doméstico.
Alimentos
É preciso atenção para não deixar vencer o prazo de validade, pois um alimento estragado gera dois resíduos:sua embalagem e o alimento em si. Para evitar que os alimentos se deteriorem, uma boa dica é fazer compras semanais com uma quantidade menor de produtos. Assim, é possível planejar o que será consumido dentro de um período.
Observe sempre a data de validade dos produtos no supermercado. Muitas vezes, aqueles que estão próximos do vencimento são colocados em promoção para incentivar a compra.

Embalagens
Realize em casa a coleta seletiva. Separe o lixo orgânico(úmido) do lixo seco(vidros, papéis, plásticos, Pet,alumínio e metais), para encaminhá-lo aos pontos de coleta que enviam o material para reciclagem.
Óleo de cozinha
Esse é um alimento que pode prejudicar o meio ambiente. Se for jogado no ralo da pia, acaba contaminando rios e mares. Para reaproveitar o óleo usado, coloque-o em garrafas Pet bem vedadas e entregue-as em uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem .No site do Cempre(Compromisso Empresarial para Reciclagem), www.cempre.org.br, existe uma lista dos locais que destinam o produto a fábricas de sabão e produção de biodiesel.

Pilhas e baterias
Evite acumular pilhas esgotadas em casa, pois elas contém componentes tóxicos como chumbo e Mércurio. O ideal e descartá-las em postos especiais de coletas. Mas quando não for possível jogar nesses locais, somente as baterias alcalinas, que não possuem metais pesados ou ácidos tóxicos, podem ser misturados ao lixo comum sem causar impactos significativos ao meio ambiente.
Lâmpadas
As do tipo que emitem gases, como as de luz mista e as lâmpadas fluorescentes(mais conhecidas como de luz “fria”).contém substâncias que poluem o meio ambiente, como metais pesados. Quando quebradas, liberam o mercúrio na atmosfera, o que pode causar problemas á saúde. As lâmpadas usadas devem ser devolvidas ás lojas comerciais ou distribuidores ambiental em vigor no país.
Para evitar a quebra das lâmpadas usadas, é recomendável que sejam armazenadas e destinadas dentro da embalagem de papelão que acompanha as lâmpadas novas. Devido á sua natureza perigosa, tanto por suas substâncias tóxicas como pelo risco de provocar lesões por corte nos operadores dos sistemas de gestão do lixo domiciliar, essas lâmpadas não devem ser jogadas junto com o lixo domiciliar comum.
Lixo Eletrônico
Procure sempre utilizar aparelhos eletrônicos até o fim de sua vida útil .Muitas vezes vale mais a pena consertar um equipamento com problemas do que comprar outro mais moderno.
Há formas conscientes de se desfazer de aparelhos eletrônicos antigos. Uma opção é do-a-los a entidades filantrópicas, como casas que abrigam idosos ou jovens carentes. No entanto, essa solução é mais adequada para os casos em que os aparelhos eletrônicos ainda têm condições de uso, para que as instituições possam contribuir com a inclusão digital(dar ás comunidades carentes acesso ás tecnologias);Quando o aparelho já não está em perfeito estado e apresenta defeitos, a melhor opção é encaminhá-lo para ONGs e empresas de reciclagem que compram eletroeletrônicos. Veja relação no site do Cempre.
Sacolas plásticas
Procure sempre levar uma sacola retornável ao mercado. Com isso, é possível poupar o ambiente das sacolas plásticas. Entre todas as embalagens jogadas no lixo, o saco plástico representa quase 40% e leva mais de 100 anos para se decompor.
Vale destacar que três capitais brasileiras – Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo – já aprovaram leis que incentivam a troca de sacolas plásticas por sacolas retornáveis e caixas de papelão.
As sacolas plásticas utilizadas nas lixeiras da casa(banheiro, pia, escritório, cozinha)podem ser substituídas por uma dobradura de jornal.Vale destacar que o jornal tem um tempo de decomposição de 3 a 6 meses.
No site do Instituto Akatu, há o passo a passo da dobradura de jornal, que leva só 20 segundos para ser feita, e pode ajudar a reduzir o uso de sacolinhas plásticas em casa.Confira no endereço:

Período de tempo de decomposição do lixo

O tempo de decomposição é uma previsão em média. Portanto, a informação pode variar. Por este motivo, existem variações entre livros e sites, sobre o tempo de decomposição.
A informação sobre o tempo de decomposição do vidro é a mais variável: algumas fontes afirmam que são 4 mil anos, outras 10 mil anos, e até 1 milhão de anos… Mas isso não importa. Importante é reciclar e ajudar a salvar a natureza.
Decomposição de resíduos
• Papel: 3 a 6 meses
• Jornal: 6 meses
• Palito de madeira: 6 meses
• Toco de cigarro: 20 meses
• Nylon: mais de 30 anos
• Chicletes: 5 anos
• Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
• Cigarros: 2 anos a 05 anos
•Fralda descartável biodegradável: 1 ano
• Fralda descartável comum: 450 anos a 600 anos.
• Lata e copos de plástico: 50 anos
• Lata de aço: 10 anos
• Tampas de garrafa: 150 anos
• Isopor: 400 anos
• Plástico: 100 anos
• Garrafa plástica: 400 anos ( depende do tipo do plástico)
Garrafa de plástico (PET) tempo indeterminado
Pneus: indeterminado. mínimo: 600 anos
• Vidro: 4.000 anos
• Casca de frutas: 01 a 3 meses. ( serve de adubo e não causa danos a natureza).
•Madeira pintada: 13 anos
•Chichetes: 05 anos
•Latas de alumínio: 200 a 500 anos
Tempo de decomposição de resíduos em Oceanos:
• Papel Toalha: 2 a 4 semanas.
•Pano: seis meses a um ano.
• Chiclete: 05 anos
• Caixa de Papelão: 2 meses.
• Palito de Fósforo: 6 meses.
• Restos de Frutas: 1 ano.
• Jornal: 6 meses.
• Fralda Descartável: 450 anos.
• Fralda Descartável Biodegradável; 1 ano.
• Lata de Aço: 10 anos.
• Lata de Alumínio: não se corrói.
• Bituca de Cigarro: 2 anos.
• Sacos plásticos: 30 a 40 anos
•Copo Plástico: 50 anos.
• Garrafa Plástica: 400 anos.
• Camisinha: 300 anos.
• Pedaço de Madeira Pintada: 13 anos.
• Bóia de Isopor: 80 anos.
• Linha de Nylon: 650 anos.
• Vidro: tempo indeterminado.
• Lixo radioativo: 250 anos ou mais.
Jorge Roriz


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Meio Ambiente





Criança Ecológica

Reciclagem

Todos os materiais que vão para o lixo podem ser reaproveitados. Isso se chama reciclagem. Plásticos, vidros, metais, papéis. Todos são separados.
Depois, as empresas de reciclagem pagam e reaproveitam esse material.

Coleta Seletiva
Não devemos misturar o lixo na mesma lixeira. O lixo orgânico vai para um cesto, e o lixo inorgânico vai para outro. Fazendo assim, o caminhão da Prefeitura poderá fazer a coleta seletiva.

Tipos de lixo

a)orgânico:é formado por restos que em pouco tempo desaparecem na natureza;
b)inorgânicos é o que e formado por tudo que permanece muito tempo na natureza.

Transformando o lixo

a)latinha de refrigerante feita de alumínio, depois de reciclado vira outra latinha;
b)papel:depois de reciclado pode virar caderno, caixa para embalagens, etc;
c)caixas longa-vida:a parte de fora vira papelão, já aquela película interna, feita de alumínio, serve para a fabricação de peças plásticas, placas, telhas, etc.
d)pet-embalagem:são transformadas em objetos para decoração, sacolas, roupas, etc.
e)plásticos duros:tampinhas de garrafas de refrigerantes ou bebidas, e brinquedos quebrados,podem ser transformados em tubos e conexões, canos para fios elétricos, utensílios domésticos como o balde, etc;
f)latas de aço:reciclados, voltam em forma de automóveis, ferramentas, construção, arames e novas latas;
g)vidros:depois de reciclados, viram garrafas e recipientes.



terça-feira, 27 de setembro de 2011

Site sobre pegada ecológica

Quanto da área de terra é necessário para suportar o seu estilo de vida? Faça esse teste para descobrir a sua Pegada Ecológica, e descobrir suas maiores áreas de consumo de recursos, e aprender o que você pode fazer para andar mais levemente sobre a terra.
Basta entrar no site abaixo e fazer o teste, selecionando no mapa o Brasil e depois o idioma português e responder as perguntas.

http://www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/page/calculators/




http://www.planetasustentavel.com.br















segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O efeito estufa não é o único vilão das catastrofes




Uma nova estratégia de destruição em massa assusta o mundo, um projeto secreto chamado Haarp, desenvolvido por grandes potências, pode ser capaz de produzir tragédia naturais e coloca em risco o futuro da humanidade.
Imagine um planeta onde algumas pessoas e países podem controlar o tempo e o clima.
Nesse lugar, diversos povos já foram devastados por essa nações, detentoras do poder de criar enchentes ou fortes secas em terras vizinhas.Quando o ataque acontece, tudo que é vivo morre.
De nuclear, a guerra tradicional passou para biológica, até chegar na climática.Dez após sofrer os ataques de 11 de setembro, os Estados Unidos já têm armas para manipular a natureza e, assim, destruir inimigos.Se você acha que isso é ficção científica, se enganou.
Embora pareça absurdo, o projeto Haarp – sigla para The Hight Frequency Active Auroral Research Program ou Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência em português – controlado pela Força Aérea dos Estados Unidos e pela Marinha de guerra, tem essa capacidade.A manipulação do clima chegou ao extremo e coloca em risco a sobrevivência da humanidade.
O Haarp é bastante polêmico e obscuro.Com sede no estado norte-americano do Alasca, o projeto que existe desde 1990, tem como objetivo oficial ampliar o conhecimento sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre.A ionosfera é a parte mais externa da atmosfera, que reflete vários tipos de sinais.Com essa manipulação das ondas de baixa frequência na ionosfera, seria possível, segundo o governo norte-americano, melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares.Essa justificativa não convence muitos especialistas, que acreditam que o Haarp Pode se tornar uma arma de destruição em massa.
Luiz Fernando de Mattos, pesquisador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Intituto Nacional de Pesquisas Espaciais(CPTEC/INpe),explica que a manipulação, feita pelo Haarp na ionosfera pode afetar o tempo e o clima de todo o planeta.”Eu não sei dizer se o Haarp pode gerar terremotos.
Mas mudanças, como secas e inundações em outras regiões, sim”, afirma,Segundo Mattos, a América do Sul possui uma anomalia magnética na parte da ionosfera que cobre o continente.”Para afetar o clima daqui, o Haarp teria que funcionar a pleno vapor, o que é complicado,por isso, podemos dizer que a América do Sul está protegida quanto aos efeitos do projeto”,completa.Estudos relacionados á manipulação da ionosfera por ondas de rádio não são novos:o inventor sérvio Nikola Tesla fez as primeiras experiências em 1899 e foi o gênio inspirador de Dennis Papadopoulos, o fisico que dirigiu a construção do Haarp nos Estados Unidos.No início dos anos 1960, a antiga União sovietica construiu uma parede de antenas com o objetivo de usá-la como arma na Guerra Fria – e de fato usou contra submarinos norte-americanos.
Quanto a uma possível guerra climática,onde países usariam a tecnologia para causar inundações e secas em outras nações, em busca de maior poder econômico, o pesquisador destaca que esse tipo de acontecimento já ocorre há 60 anos e que a Organização das Nações Unidas (ONU) condena a prática.Mattos cita um artigo publicado em julho de 2010 no site Global Research, organização de pesquisa independente com sede no Canadá, para destacar a manipulação do clima com fins militares:'Em simpósio internacional realizado em maio de 2010 em Ghent, na Bélgica, cientistas afirmaram que a manipulação do clima por meio de modificação das nuvens não é nenhuma brincadeira, nem teoria da conspiração”.É um fato totalmente operacional”, com uma sólida história de 60 anos.Apesar de a modificação “hostil' ambiental ter sido proibida pela Convenção das Nações Unidas em 1978, o seu uso 'amigável' hoje está sendo saudado como o novo salvador frente ás alterações climáticas e á escassez de água e alimentos.
O complexo militar-industrial está preparado para capitalizar e controlar o clima do mundo”, diz o artigo.
Para o engenheiro elétrico norte-americano Brooks Agnew, especialista em ondas de baixa frequência, como as do Haarp, é de conhecimento geral que o projeto pode modificar zonas de pressão, com a manipulação da ionosfera, e asim, controlar as chuvas de um determinado local.Eu não duvido que o Haarp possa ser usado como manipulador de clima.
Faz mais de 20 anos que estudo ondas de baixa frequência e sabemos que, em se tratando de ressonância, essas ondas podem movimentar as placas tectônicas abaixo da terra e causar grandes terremotos”, explica o cientista.
“Uma vez, fazendo uma experiência próximo a Portland, no Oregon(EUA), ligamos trasmissores dessas frequências e imediatamente a terra começou a tremer.Isso pode acontecer, o que não pode acontecer são as pessoas utilizarem esta tecnologia para ameçar nações, ou durante uma guerra”;completa.
Teorias da conspiração sobre o uso do Haarp ganham força
Rumores na internet sobre o uso do Haarp nas últimas catástrofes ocorridas no mundo, como o terremoto no Haiti e o tsnunami na Indonèsia, fortalecem ainda mais a desconfiança em torno do projeto.Além da manipulação do clima, há teorias de que, com o projeto, os Estados Unidos poderiam até manipular a mente das pessoas através de frequências sonoras praticamente inaudíveis ao ouvido humano.
Tsunami da Indónesia:Os Estados Unidos teriam utilizados o Haarp para pressionar o governo local participar da dita Guerra ao Terror.
As ondas gigantes teriam sido provocadas de maneira artificial.
Tsunami no Japão:O terremoto que devastou o país e causou o tsunami teria sido resultado do Haarp.Na internet, correntes afirmam que o sistema ficou desligado por uma semana e foi religado á meia-noite de 9 de março de 2011, dia do tremor.
Terremoto no Haiti:O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, chegou a afirmar que o tremor que destruiu o país foi um teste feito pelos norte-americanos para um futuro ataque contra o irã.

Além do Haarp, já existem outras armas para alterar a natureza e causar desastres.

Relâmpagos direcionados
Está em teste nos Estados Unidos o uso de foguetes direcionados para disparar relâmpagos e direcionar sua rota para atingir alvos.
Enchentes
Aviões lançam iodeto de prata na atmosfera, o que facilita a condensação de vapor e fornece o peso necessário para as gotas caírem.
Secas e aquecimento da temperatura
Com óxidos de metal lançados por aviões e ataques com ondas de baixa frequência do Haarp, é possível alterar a temperatura do céu e impedir a formação de nuvens, impondo secas drásticas e prolongadas.Outra alternativa é aquecer com as ondas diretamente a ionosfera, uma das camadas da atmosfera, e, assim alterar correntes de ar e pressão, impedindo a passagem da umidade.
Assim como teve forte seca na Índia, a arma norte-americana já pode reproduzir artificialmente esta situação.


Terremotos e maremotos
As ondas de baixa frequência emitidas pelo Haarp fazem com que as placas tectônicas vibrem, o que provoca terremotos.O efeito é igual ao provocado por sopranos que estouram taças cantando.No alto mar, mover as placas pode resultar em ondas engolidoras e tsunamis artificiais.
Furacões
Também pela manipulação da ionosfera, do controle das ondas de alta pressão e temperatura, seria possível definir o caminho e intensidade de um furacão.






terça-feira, 6 de setembro de 2011

Efeito estufa ameaça geleiras




Mudanças Climáticas aceleram derretimento de três glaciares no Himálaia, afirmam cientistas
Três geleiras do Himalaia vêm encolhendo nos últimos 40 anos, devido ao aquecimento global e duas delas(localizadas em regiões úmidas e em altitudes mais baixas no centro e no leste do Nepal) podem sumir.Foi o que concluíram pesquisadores do Japão.
O Himalaia é uma cadeia de montanhas que percorre 2600 quilômetros, passando por Butão, China, Nepal, Tibete, Índia e Paquistão.Seu nome significa “casa da neve”.É composta por cerca de 15.00 glaciares e alguns dos picos mais altos do mundo, incluindo o Everest.
Usando o GPS e avançando modelos de simulações, eles descobriram que o encolhimento de duas das geleiras – Yala, ao centro, e AX010 no leste do Nepal – acelerou nos últimos dez anos em comparação com os anos 70 e 80.
O volume de Yala encolheu 0,80 metro e o de AX010, 0,81 metro, respectivamente, por ano, na década de 2000, acima dos 0,68 metro e 0,72 metro por ano entre 1970 e 1990, disse Koji Fujita, da Escola de Estudos Ambientais da Universidade de Nagoya.
“Para Yala e AX, essas regiões apresentaram um aquecimento significativo.É por isso que a média de redução foi acelerada.Yala e AX irão desparecer, mas não temos certeza quando.Para saber a época, temos de calcular usando outra simulação e ter em o fluxo glacial enconta”, explica Fujita.
Além da mudança do clima e da umidade, a altitude parece desempenhar papel fundamental na vida das geleiras, que são grandes corpos persistentes de gelo.
O glaciar Rikha Samba, situado em região mais seca, no oeste do Nepal, também tem diminuído desde a década de 70, mas sua taxa de retração desacelerou para 0,48 metro por ano nos últimos dez anos em comparação com 0,57 metro por ano na década de 70 e 1980.Isso aconteceu porque está a 5.700 metros, o que significa que sua diminuição poderia ser compensada, ao menos em parte, por novas quedas de neve.
“No caso de Yala e AX, estão situadas em menores altitudes e, portanto, o encolhimento foi acelerado.Geleiras que não têm nenhuma chance de receber neve, com certeza acabarão por desparecer”, disse Fujita,A geleira Yala está a cerca de 5.400 metros acima do nível do mar, enquanto a AX está a 5.200 metros.
Pesquisadores do instituto de Estudos Montanhosos e do Centro Internacional para Desenvolvimento Integrado das Montanhas(ICIMOD) ressaltaram ainda que o crescimento no volume de gelo derretido na região aumenta muito as chances de desastres naturais, como enchentes, avalanches e até terremotos.

Fonte:Jornal da Tarde
Domingo 28.8.11