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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Erosão do solo eleva ameaça do aquecimento global, afirma ONU


Avanço da agricultura reduziria capacidade de estoque de carbono no solo.
Relatório das Nações Unidas sobre o tema foi divulgado nesta segunda.

Da Reuters



Vegetação tropical emite menos CO2 do que se pensava, diz estudo
Agropecuária ameaça cerrado e Amazônia no PA e MA, diz IBGE

O aquecimento global ficará pior à medida que a agricultura acelerar a taxa de erosão do solo, reduzindo a quantidade de carbono que o solo é capaz de armazenar, informou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) nesta segunda-feira (13).

O solo contém quantidades enormes de carbono na forma de matéria orgânica, que fornece os nutrientes para o crescimento das plantas e melhora a fertilidade da terra e o movimento da água.

A faixa mais superficial do solo armazena sozinha cerca de 2,2 trilhões de toneladas de carbono -- três vezes mais que o nível atualmente contido na atmosfera, informou o Livro do Ano 2012 do Pnuma. "O carbono do solo é facilmente perdido, mas difícil de ser reposto", diz o relatório.
Erosão causada por atividades humanas podem liberar estoques de carbono na atmosfera. (Foto: Carlos Eduardo Matos/G1 AM)

Uso da terra
Ainda segundo o documento, os estoques de carbono no solo são altamente vulneráveis às atividades humanas. Eles diminuem de forma significativa (e em geral rapidamente) em resposta às mudanças na cobertura do solo e no uso da terra, tais como desmatamento, desenvolvimento urbano e o aumento das culturas, e como resultado de práticas agrícolas e florestais insustentáveis.

Tais atividades podem decompor a matéria orgânica. Quando isso ocorre, parte do carbono é convertido em dióxido de carbono -- gás do efeito estufa que é um dos principais responsáveis pelo aquecimento global - e ele é perdido do solo.

Cerca de 24% das terras do planeta já sofreram declínio na saúde e na produtividade ao longo dos últimos 25 anos em razão do uso insustentável do solo, disse o Pnuma.

Desde o século 19, aproximadamente 60% do carbono armazenado nos solos e na vegetação foi perdido como resultado das mudanças no uso da terra, tais como limpar a terra para a agricultura e para as cidades.

À medida que a demanda global por alimentos, água e energia aumente drasticamente, como se prevê, o solo ficará sob uma pressão cada vez maior.


Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/02/erosao-do-solo-eleva-ameaca-do-aquecimento-global-afirma-onu.html




Mudança climática altera hábito de animais na África devido à seca



Espécies que ficam na região do Sahel migram em busca de água e comida.
Ambientalistas trabalham para combater massacre de animais selvagens.

Da EFE

Mudança climática mata mais árvores em área fértil da África, diz estudo




Os humanos não são as únicas vítimas da falta de chuvas na última temporada de precipitações na faixa do Sahel -- um corredor de transição entre o sul do deserto do Saara e terras férteis do continente africano. A fauna de países como Burkina Fasso também está mudando seus hábitos em sua busca por água.

"Notamos uma migração de animais fora de seu território no leste e nordeste [do país]. A escassez de água causou estas migrações antecipadas de elefantes e búfalos. Não será surpresa se os leopardos seguirem os leões e os búfalos", advertiu Urbain Belemsobgo, representante do Ministério da Fauna.

Os búfalos estão há alguns meses rondando alguns povoados do leste do país em sua luta para beber água: "Algumas vezes seguem o gado para encontrar o pasto", explica Arzouma Tindano, morador da localidade oriental de Bogandé.

De acordo com Celestin Zida, funcionário do Ministério do Meio Ambiente no leste do país, "os leões abandonaram seu habitat e mataram os macacos da região". Além disso, Zida relata que vários moradores reclamam que os animais selvagens destruíram seus celeiros.
Imagem mostra exemplar seco da árvore Prosopis
africana, no Sahel. Mudança climática tem
mudado o hábito alimentar dos animais
(Foto: Divulgação/Patrick Gonzalez)

Contra caça predatória
Até o momento, a campanha feita por este ministério para a sensibilização com a fauna evitou o massacre dos animais, porém não impediu que um aldeão fosse ferido. "Temos que fazer de tudo para salvar esses animais porque, após sua morte, algumas espécies irão desaparecer", alertou Zida.

O Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável advertiu em dezembro sobre as consequências "desastrosas" que a busca desesperada por água poderia acarretar, incluindo potenciais conflitos entre humanos e animais.

Em novembro, o Governo já notara alterações pelo desaparecimento dos charcos usados pela fauna local para beber água.

Pierre Kafando, coordenador nacional do Parque Transfronteiriço W (chamado assim pelo formato do rio Níger ao passar por essa região), garantiu que se trata de uma "situação catastrófica" à qual alguns pequenos mamíferos, como veados e alguns primatas, não conseguirão sobreviver.

"Dentro do parque (de 10 mil quilômetros quadrados e partilhado com Benin e Níger) temos sempre uma média de 950 milímetros de chuva por metro quadrado, mas este ano choveu entre 600 e 650 milímetros", informou Kafando.

Em busca de água
Segundo o responsável da parte burquinense do Parque W, os elefantes "inteligentes" cavam poços nas áreas em que a água está mais perto da superfície, "mas estes poços acabam virando armadilhas para búfalos, que caem neles e morrem", advertiu Kafando.

No lado burquinense, deveria existir um charco a cada 10 quilômetros, mas, de acordo com Kafando, há espaços de entre 30 a 50 quilômetros sem uma só lagoa, enquanto um elefante adulto precisa consumir cerca de 200 litros de água por dia.

O Parque W é o lar da maior concentração de búfalos da África Ocidental, com cerca de 10 mil a 15 mil indivíduos, além de grandes antílopes, leões, leopardos e guepardos.

Também estão ameaçadas cerca de 450 espécies de pássaros. Por enquanto, o Executivo burquinense gastou US$ 180 mil em construção de charcos.

Para aliviar a situação, o Banco Mundial destinou, mediante um plano de emergência, US$ 700 mil para a construção de cerca de 30 lagoas artificiais que serão cheias com água transportada dos rio próximos por vários caminhões até o Parque W.


Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/02/mudanca-climatica-muda-habito-de-animais-na-africa-devido-seca.html



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Para o bem de todos e do planeta, recicle!



A reciclagem de materiais é uma das principais formas de solucionar a questão da geração de lixo



Se você se preocupa com a qualidade de vida, tanto das pessoas quanto do planeta, veja este números; segundo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil de (Abrekoem ), cada brasileiro gera 378,4 quilos de resíduos por ano, sendo que 42% do total produzido ainda recebe a destinação incorreta. Quando se compara esses dados aos coletados em 2009, obtém-se um crescimento de cerca de 5,3% no volume gerado e uma redução de 0,8% nas destinações incorretas. Embora esteja ocorrendo uma redução desse indicador, é necessário muito trabalho para que fique de acordo com oque estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê a extinção dos lixões até 2014.
Uma alternativa para o crescimento do volume de resíduos gerados no país é a reciclagem. Ainda segundo a pesquisa citada ,divulga-se que 57,6% dos municípios brasileiros possuem iniciativas de coleta seletiva. Embora o dado aparente ser uma boa notícia, deve-se avaliá-lo com ressalvas, considerando que tais atividades podem estar relacionadas apenas á disponibilização de pontos de entrega voluntária aos habitantes ou a convênios formalizados com cooperativas de catadores. Sendo assim, uma boa iniciativa para o aumento efetivo desses índices está nas mãos de cada um de nós, na medida em que podemos mudar alguns hábitos desnecessários. Não é só por meio da seleção do que é útil e inútil e da reciclagem que podemos colaborar, mas também através da redução da geração de resíduos utilizando o princípio dos três R's:a primeira forma de contribuir para resolver esse problema ambiental é reduzir o consumo, desde bens supérfluos até alimentos e embalagens. Outra maneira de ajudar o planeta é reutilizar em vez de descartar. Um copo de requeijão, por exemplo, pode se transformar em utensílio doméstico. Por fim, podemos diminuir o problema do lixo encaminhando resíduos para a reciclagem.
É por meio da reciclagem que papéis usados se transformam em novas folhas ou caixas de papelão, vidros em novas garrafas ou frascos; plásticos podem ser transformar em vassouras, potes e até camisetas; e metais em novas latas ou recipientes. O processo começa pela correta separação do lixo em casa e bem prosseguimento nas usinas de reciclagem, por exemplo. De forma geral, o cidadão comum possui uma participação mais significativa no primeiro passo da reciclagem, em que se tem a separação do lixo, uma etapa fundamental para a realização do restante do processo.
A princípio, a forma mais simples de se fazer a separação é isolar o resíduo seco do úmido. O seco consiste, sobretudo, em embalagens, papéis, revistas e jornais.
O lixo úmido é composto basicamente por restos de alimentos. Um detalhe muito importante é a contaminação dos materiais envolvidos. Um objeto reciclável(uma embalagem de plástico, por exemplo), em contato com contaminantes(óleos, graxas, solventes etc.),deixa de ser reciclável. Portanto, a correta separação dos materiais é vital para que a cadeia de reciclagem seja bem-sucedida.

Fontes:Institutop AKatu(www.akatu.org.br),(www.institutogea.org.br).



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lixo como diminuir e como descartar


Acumulo de resíduos é um dos grandes problemas. Saiba o que você pode fazer para reduzi-lo.

O excesso de lixo produzido por nós tem sido um problema. Muitas vezes, geramos resíduos sem perceber, podendo parecer pouco o quase nada. Mas cada pequeno descarte entra na soma de todo o lixo do planeta, que já atingiu dados do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cada brasileiro produz, em média, uma tonelada de lixo a cada três anos. Já não existe espaço para comportar tantos resíduos e, além disso, 5.000 dos 6.500 municípios brasileiros ainda não possuem aterros sanitários para isolar o lixo e jogam em lixões.
Para atenuar esse problema, a solução mais racional é a colaboração de cada um de nós na diminuição da quantidade de lixo e, principalmente, no reaproveitamento(ou reciclagem) dele sempre que possível veja algumas dicas de como ajudar o planeta, dando um destino correto ao lixo doméstico.
Alimentos
É preciso atenção para não deixar vencer o prazo de validade, pois um alimento estragado gera dois resíduos:sua embalagem e o alimento em si. Para evitar que os alimentos se deteriorem, uma boa dica é fazer compras semanais com uma quantidade menor de produtos. Assim, é possível planejar o que será consumido dentro de um período.
Observe sempre a data de validade dos produtos no supermercado. Muitas vezes, aqueles que estão próximos do vencimento são colocados em promoção para incentivar a compra.

Embalagens
Realize em casa a coleta seletiva. Separe o lixo orgânico(úmido) do lixo seco(vidros, papéis, plásticos, Pet,alumínio e metais), para encaminhá-lo aos pontos de coleta que enviam o material para reciclagem.
Óleo de cozinha
Esse é um alimento que pode prejudicar o meio ambiente. Se for jogado no ralo da pia, acaba contaminando rios e mares. Para reaproveitar o óleo usado, coloque-o em garrafas Pet bem vedadas e entregue-as em uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem .No site do Cempre(Compromisso Empresarial para Reciclagem), www.cempre.org.br, existe uma lista dos locais que destinam o produto a fábricas de sabão e produção de biodiesel.

Pilhas e baterias
Evite acumular pilhas esgotadas em casa, pois elas contém componentes tóxicos como chumbo e Mércurio. O ideal e descartá-las em postos especiais de coletas. Mas quando não for possível jogar nesses locais, somente as baterias alcalinas, que não possuem metais pesados ou ácidos tóxicos, podem ser misturados ao lixo comum sem causar impactos significativos ao meio ambiente.
Lâmpadas
As do tipo que emitem gases, como as de luz mista e as lâmpadas fluorescentes(mais conhecidas como de luz “fria”).contém substâncias que poluem o meio ambiente, como metais pesados. Quando quebradas, liberam o mercúrio na atmosfera, o que pode causar problemas á saúde. As lâmpadas usadas devem ser devolvidas ás lojas comerciais ou distribuidores ambiental em vigor no país.
Para evitar a quebra das lâmpadas usadas, é recomendável que sejam armazenadas e destinadas dentro da embalagem de papelão que acompanha as lâmpadas novas. Devido á sua natureza perigosa, tanto por suas substâncias tóxicas como pelo risco de provocar lesões por corte nos operadores dos sistemas de gestão do lixo domiciliar, essas lâmpadas não devem ser jogadas junto com o lixo domiciliar comum.
Lixo Eletrônico
Procure sempre utilizar aparelhos eletrônicos até o fim de sua vida útil .Muitas vezes vale mais a pena consertar um equipamento com problemas do que comprar outro mais moderno.
Há formas conscientes de se desfazer de aparelhos eletrônicos antigos. Uma opção é do-a-los a entidades filantrópicas, como casas que abrigam idosos ou jovens carentes. No entanto, essa solução é mais adequada para os casos em que os aparelhos eletrônicos ainda têm condições de uso, para que as instituições possam contribuir com a inclusão digital(dar ás comunidades carentes acesso ás tecnologias);Quando o aparelho já não está em perfeito estado e apresenta defeitos, a melhor opção é encaminhá-lo para ONGs e empresas de reciclagem que compram eletroeletrônicos. Veja relação no site do Cempre.
Sacolas plásticas
Procure sempre levar uma sacola retornável ao mercado. Com isso, é possível poupar o ambiente das sacolas plásticas. Entre todas as embalagens jogadas no lixo, o saco plástico representa quase 40% e leva mais de 100 anos para se decompor.
Vale destacar que três capitais brasileiras – Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo – já aprovaram leis que incentivam a troca de sacolas plásticas por sacolas retornáveis e caixas de papelão.
As sacolas plásticas utilizadas nas lixeiras da casa(banheiro, pia, escritório, cozinha)podem ser substituídas por uma dobradura de jornal.Vale destacar que o jornal tem um tempo de decomposição de 3 a 6 meses.
No site do Instituto Akatu, há o passo a passo da dobradura de jornal, que leva só 20 segundos para ser feita, e pode ajudar a reduzir o uso de sacolinhas plásticas em casa.Confira no endereço:

Período de tempo de decomposição do lixo

O tempo de decomposição é uma previsão em média. Portanto, a informação pode variar. Por este motivo, existem variações entre livros e sites, sobre o tempo de decomposição.
A informação sobre o tempo de decomposição do vidro é a mais variável: algumas fontes afirmam que são 4 mil anos, outras 10 mil anos, e até 1 milhão de anos… Mas isso não importa. Importante é reciclar e ajudar a salvar a natureza.
Decomposição de resíduos
• Papel: 3 a 6 meses
• Jornal: 6 meses
• Palito de madeira: 6 meses
• Toco de cigarro: 20 meses
• Nylon: mais de 30 anos
• Chicletes: 5 anos
• Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
• Cigarros: 2 anos a 05 anos
•Fralda descartável biodegradável: 1 ano
• Fralda descartável comum: 450 anos a 600 anos.
• Lata e copos de plástico: 50 anos
• Lata de aço: 10 anos
• Tampas de garrafa: 150 anos
• Isopor: 400 anos
• Plástico: 100 anos
• Garrafa plástica: 400 anos ( depende do tipo do plástico)
Garrafa de plástico (PET) tempo indeterminado
Pneus: indeterminado. mínimo: 600 anos
• Vidro: 4.000 anos
• Casca de frutas: 01 a 3 meses. ( serve de adubo e não causa danos a natureza).
•Madeira pintada: 13 anos
•Chichetes: 05 anos
•Latas de alumínio: 200 a 500 anos
Tempo de decomposição de resíduos em Oceanos:
• Papel Toalha: 2 a 4 semanas.
•Pano: seis meses a um ano.
• Chiclete: 05 anos
• Caixa de Papelão: 2 meses.
• Palito de Fósforo: 6 meses.
• Restos de Frutas: 1 ano.
• Jornal: 6 meses.
• Fralda Descartável: 450 anos.
• Fralda Descartável Biodegradável; 1 ano.
• Lata de Aço: 10 anos.
• Lata de Alumínio: não se corrói.
• Bituca de Cigarro: 2 anos.
• Sacos plásticos: 30 a 40 anos
•Copo Plástico: 50 anos.
• Garrafa Plástica: 400 anos.
• Camisinha: 300 anos.
• Pedaço de Madeira Pintada: 13 anos.
• Bóia de Isopor: 80 anos.
• Linha de Nylon: 650 anos.
• Vidro: tempo indeterminado.
• Lixo radioativo: 250 anos ou mais.
Jorge Roriz


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Meio Ambiente





Criança Ecológica

Reciclagem

Todos os materiais que vão para o lixo podem ser reaproveitados. Isso se chama reciclagem. Plásticos, vidros, metais, papéis. Todos são separados.
Depois, as empresas de reciclagem pagam e reaproveitam esse material.

Coleta Seletiva
Não devemos misturar o lixo na mesma lixeira. O lixo orgânico vai para um cesto, e o lixo inorgânico vai para outro. Fazendo assim, o caminhão da Prefeitura poderá fazer a coleta seletiva.

Tipos de lixo

a)orgânico:é formado por restos que em pouco tempo desaparecem na natureza;
b)inorgânicos é o que e formado por tudo que permanece muito tempo na natureza.

Transformando o lixo

a)latinha de refrigerante feita de alumínio, depois de reciclado vira outra latinha;
b)papel:depois de reciclado pode virar caderno, caixa para embalagens, etc;
c)caixas longa-vida:a parte de fora vira papelão, já aquela película interna, feita de alumínio, serve para a fabricação de peças plásticas, placas, telhas, etc.
d)pet-embalagem:são transformadas em objetos para decoração, sacolas, roupas, etc.
e)plásticos duros:tampinhas de garrafas de refrigerantes ou bebidas, e brinquedos quebrados,podem ser transformados em tubos e conexões, canos para fios elétricos, utensílios domésticos como o balde, etc;
f)latas de aço:reciclados, voltam em forma de automóveis, ferramentas, construção, arames e novas latas;
g)vidros:depois de reciclados, viram garrafas e recipientes.