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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Site da Nasa mostra a Terra em transformação

Imagens de satélite mostram três décadas de mudanças no Planeta.Uma das sequências mais impressionantes é a que registra o desmatamento da Floresta Amazônica, em Rondônia A Agência Espacial Americana divulgou imagens da transformação do nosso planeta nas últimas três décadas. O projeto é uma parceria da Nasa com o serviço geológico dos Estados Unidos, a revista Time e a empresa Google. É possível ver, por exemplo, o surgimento das praias artificiais em forma de palmeiras em Dubai. No Alasca, os satélites registraram os efeitos do aquecimento global sobre a geleira Columbia - que praticamente desapareceu. Nos Estados Unidos, dá para acompanhar a cidade de Las Vegas crescendo. O lago que abastece a região de água foi encolhendo. Uma das sequências mais impressionantes é a que registra o desmatamento da Floresta Amazônica, em Rondônia. Em 28 anos, uma área de mais de duzentos mil quilômetros quadrados perdeu um terço das árvores.No site State of Flux, NASA compara as transformações ocorridas em diversos locais do planeta e em diferentes períodos São Paulo – A Nasa sempre aproveitou o seu conhecimento aeroespacial para ficar de olho, do espaço ou da Terra, em tudo o que acontece no planeta e faz questão de dividir suas descobertas com o grande público. Em mais uma ação do gênero, a agência lançou uma nova versão da sua impressionante galeria de imagens, a State of Flux. Atualizada semanalmente, a página, parte do programa que estuda os fenômenos climáticos (Global Climate Change), reúne mais de 160 imagens. Elas comparam as mudanças que acontecem no planeta, seja por conta de transformações naturais ou humanas, ao longo dos anos ou mesmo dos séculos. A maioria delas foi capturada por satélites da agência enquanto algumas foram tiradas por cientistas e pesquisadores. O site divide-se em sete categorias: cidades, eventos extremos, gelo, impacto humano, água, ocupação da terra e top picks (as favoritas da equipe). Em cada uma é possível observar o impacto do aquecimento global no derretimento de gelo em cadeias montanhosas, por exemplo, ou a expansão urbana causada pelo crescimento populacional. No que diz respeito ao Brasil, as imagens da agência mostram o desmatamento no estado do Mato Grosso. A primeira delas, feita em 1992 por um satélite do Landsat Program - em atividade desde 1972 - mostra que, na época, 25% da área do estado já estava devastada. A segunda foi capturada em 2006 por outro satélite e aponta que, em menos de 15 anos, 80% da floresta local foi desmatada. 




segunda-feira, 4 de março de 2013

O fim do lixo

Ex-técnico em eletrônica cria cooperativa para dar destino a computadores e celulares velhos em São Paulo. Só que, por falta de informação da população, opera abaixo da capacidade
SÃO PAULO – O carro está com o banco de trás e o porta-malas cheios. Há uma torre de um computador de 15 anos, caixas cheias de CDs e DVDs velhos, outra caixa com pilhas usadas, extensões mortas, uma antiga secretária eletrônica e um roteador apagado. Resíduos tecnológicos acumulados nesses 15 anos. Em 20 minutos, havia me livrado de tudo.
O destino foi a Coopermiti, única cooperativa especializada em lixo eletrônico de São Paulo. Fica numa rua secundária da Barra Funda. Chegando no local, o processo de me livrar da carga foi bem rápido e fácil. Meus velhos objetos se juntaram a outros milhares.

FOTO: Tiago Queiroz/ESTADÃO 
Andando pelo galpão de 2 mil metros quadrados, é impossível não se impressionar com as enormes caixas, divididas por categoria. Uma estava lotada de mouses. Outra tinha placas de circuito impresso. Uma mais adiante cheia de teclados. E uma só com consoles Xbox. Ao fundo, um pequeno museu, com um telefone de discar, videogames antigos e TVs do tempo do Chacrinha.
No outro lado do galpão, imensas gaiolas prendem montanhas de monitores e telas. Passariam por alguma instalação de arte de vanguarda, daquelas que querem denunciar o caráter descartável da sociedade tecnológica.
Pessoas sentadas em bancadas desmontam pacientemente os aparelhos. Bate certo desespero quando passo perto de uma torre de computador sendo desconstruída em dezenas de partes, algumas delas com minúsculos parafusos e componentes de plástico. São centenas de peças em milhões de máquinas ao redor do mundo. Este é o tamanho do desafio do lixo eletrônico.
Alex Pereira, presidente da Coopermiti, conta que a cooperativa existe desde 2008. O projeto original era o de um museu de tecnologia. Mas o plano não conseguiu arrecadar fundos. Alex pensou então em fazer algo com caráter educacional. A ideia teve origem em seu trabalho anterior, de técnico em eletrônica.
“Aprendi muito mexendo em tecnologia antiga. Toda oficina de conserto tem um equipamento velho para você reaproveitar peças. Aí está a base da tecnologia”, diz Pereira, que viu nos objetos ferramentas de capacitação e ensino técnico.
A Coopermiti opera abaixo da capacidade mensal de 100 toneladas desde o primeiro dia em que abriu. Seu pico, no ano passado, foi 40%. Em janeiro, tinha caído para 30%. Por conta disso, os cooperados recebem hoje em média entre R$ 700 e R$ 800 por mês.
Pereira garante que já procurou parcerias com empresas de tecnologia e eletrônicos, mas sempre deu com portas fechadas. “Conseguimos apoio na prefeitura de São Paulo, que nos cedeu o local, luz, água e caminhão com motorista para coleta.” Com a mudança na administração municipal, ele ainda não sabe se a parceria será mantida.
O curioso é que a Coopermiti não recicla o lixo eletrônico gerado pela prefeitura, cuja destinação Pereira não sabe dizer qual é. Do mesmo modo, “os eletrônicos que eles pegam na coleta seletiva não vêm pra gente”.
Além do recebimento de resíduos na própria sede, a cooperativa também faz coleta dentro do município de São Paulo. Se a quantidade na sua casa justificar, uma retirada pode ser agendada. Pereira sugere que vizinhanças se mobilizem para acumular material o suficiente. A cooperativa também recebe lixo coletado de postos de empresas parceiras, como os shoppings Santana e Continental.
Hoje, a Coopermiti só não fica no vermelho por causa do apoio de uma indústria de reciclagem japonesa. A empresa compra resíduos da chamada “linha verde” para extrair metais nobres e raros. “Poucas empresas no mundo têm tecnologia para isso, no Brasil nenhuma. Essa empresa nos apoia como projeto social. Paga à vista e compra o que coletamos”, diz Pereira. O material inclui placas de computador, roteador, memórias e componentes de telefones. No total, são quase cinco toneladas por mês.
Para Pereira, o principal entrave para que a Coopermiti consiga reciclar mais é a “falta de divulgação”. Ele acredita que a população usaria muito mais o local se soubesse de sua existência.
O pensamento coincide com o que contou ao Link Carlos Silva Filho, diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Para Silva, a grande maioria da população faria a destinação correta se fosse estimulada e tivesse as condições. A conclusão veio a partir de uma pesquisa que mostrou que 89% dos usuários dos postos de coleta da Abrelpe preferiam guardar velhas peças em casa do que jogá-los em qualquer lugar.
Não é todo mundo que entende as regras. Pereira conta que na Coopermiti já houve problemas com a entrega de TVs de tubo. O velho sistema de TV precisa passar por uma descontaminação especial. Para isso, a cooperativa cobra uma taxa de custo de R$ 5. “Muitos se recusam a pagar, dizem que por sermos ‘da prefeitura’ temos de pegar de graça. E saem falando que vão jogar a TV na rua mesmo.”
Relatório de 2010 da ONU aponta que Brasil é o terceiro país que mais joga fora televisores, perdendo apenas para México e China. O mesmo levantamento diz que o Brasil descarta 96,8 mil toneladas de computadores por ano e 17,2 mil toneladas de impressoras. Segundo o relatório, o Brasil é também o segundo maior gerador de lixo proveniente de celulares, com 2,2 mil toneladas por ano, perdendo apenas para a China.
As alternativas para o descarte correto desse lixo ainda são poucas. Enquanto isso, a rotatividade de nossos aparelhos não dá sinais de arrefecer. Uma projeção recente feita pela Samsung mostra que, em 2013, 50% dos celulares brasileiros serão smartphones, que ficarão mais acessíveis para faixas da população com renda menor.
Esse dado se relaciona com um levantamento feito pelo Clube Pitzi, empresa de seguro para celulares, que mostra que 50% dos usuários pretendem trocar de celular num período de seis meses a dois anos.
Pereira cita um estudo da USP que diz que cada residência tem cerca de três equipamentos eletrônicos aguardando destinação. “Se juntar tudo isso com a população de São Paulo, você vai ver que não estamos fazendo nem cosquinha. Mesmo se estivéssemos operando em capacidade máxima, a cidade precisaria de umas 20 Coopermitis.”

Rua Dr. Sérgio Meira, 268 e 280 - Barra Funda - São Paulo
CEP: 01153-010 | Telefone: +55 11 3666 - 0849
Coopermiti

Fonte:Jornal Estado de São Paulo

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Reciclagem de óleo (PROL)

Mascote do Programa de Reciclabem de ÓleoO despejo de óleo de fritura irregularmente no meio ambiente pode contaminar rios, lagos e comprometer a vida de espécies marinhas. Pela Internet e redes sociais circula a informação de que 1 litro de óleo pode prejudicar até 25 mil  de litros de água. No próprio solo, o lançamento indevido também é prejudicial, causando a proliferação de microorganismos e danos às plantas.
Jogar óleo nos ralos também provoca entupimentos nas instalações internas e nas próprias redes de coleta de esgotos. Restos de lixo, muitas vezes jogados indevidamente pela população, aglutinam-se com o óleo e formam uma barreira rígida de sujeira.
A Sabesp, como uma empresa de soluções ambientais, desde 2007, engajou-se em projetos alternativos para reciclagem e aproveitamento do óleo de cozinha. Na época foi firmada parceria com a Sociedade de Amigos de Bairro Cerqueira César (SAMOORC) e a ONG Trevo para uma campanha pioneira de coleta de óleo de fritura na região.
Os resultados foram monitorados e serviram de modelo para a ampliação do projeto às outras regiões. Dos 1600 condomínios, 1500 aderiram à causa. Nesta região, há 11,5 mil ligações de água e uma população de 139 mil pessoas.
O óleo coletado é descartado em bombonas plásticas de 50 litros fornecidas pela ONG Trevo, especializada nesta atividade há mais de 20 anos. A adesão foi alta e inspirou a apresentação na 2ª audiência de sustentabilidade, em dezembro de 2007. Estes eventos tem como finalidade apresentar e disseminar boas iniciativas relacionadas ao meio ambiente.
Além da proposta de coletar e reutilizar o óleo, há geração de renda para a comunidade carente. Diante destes resultados, o projeto foi estendido a outras regiões como Osasco, Registro, Itapetininga, Lins, Jales, Presidente Prudente e Pindamonhangaba. Algumas agências da Sabesp também estão preparadas para receber o óleo de fritura.
A recepção de óleo de fritura nos escritórios comerciais regionais da Sabesp também vem se ampliando gradualmente. Em São Paulo, o escritório do Tatuapé foi o primeiro a receber óleo para reciclagem e com o sucesso obtido o projeto se expandiu para vários locais da Região Metropolitana de São Paulo, interior e litoral 
O ideal é recorrer a ONG's especializadas na coleta. Existe ainda a opção de entregar em postos voluntários como a rede Pão de Açúcar, Extra ou outras instituições.
Após o recolhimento, há remoção de sólidos e água para venda a fabricantes de biodiesel, sabão, massa de vidraceiro, entre outros usos. Também é possível fabricar sabão de pedra caseiro com a vantagem ecológica de ser mais biodegradável que sabões em pó. 
A Sabesp também recebe óleo em garrafas PET em alguns escritórios regionais e agências comerciais:


 Município  Endereço
Arujá Rua José Basílio de Alvarenga, 78
Barueri Av. Henriqueta Mendes de Guerra, 644 - Centro
Bertioga Rua Manoel Gajo, 1155
Biritiba Mirim Av. Reinaldo Benedito de Melo, 157
Bragança Paulista Av. Dr. Fernando Costa - Vl. Municipal
Cabreúva Rua Maranhão, 256 - Jacaré
Cajamar Av. Pedro Celestino L. Penteado, 78 - Jd. Jordanésia
Canas Rua Homero Ortiz Marcondes, 470 - Centro
Rua Benedito José da Silva - São João
Rua Nossa Sra. Auxiliadora, 500 - Centro
Av. 22 de Março, 369 - Centro
Carapicuíba Av. Celeste, 180 - Centro
Rua Laerte Cearense, 290 - Vila Caldas
Cotia Av. Benedito Lemos Leite, 146 - Centro
Av. Nossa Sra. de Fátima, 845 - Centro
Cubatão Rua Bernardo Pinto, 395
Embu Rua Luiz Almeida Carvalho, 132 - Centro
Ferraz de Vasconcelos Rua Jácomo Zancheta, 285
Av. XV de Novembro, 107
Guarujá Av. Leomil, 1055
Rua Tiago Ferreira, 435 - Vicente de Carvalho
Itanhaém Rua Urcezino Ferreira, 280 - Baixo
Itapevi Rua Leopoldina de Camargo, 180 - Centro
Itaquaquecetuba Rua João Vagnotti, 289
Jales Av. Francisco Jalles, 3109 - Centro
Jandira Rua Carmine Gragnano, 33 - Centro
Jundiaí Rua Marilia, 60
Av. Marginal da Via Anhanguera, 50
Av. dos Imigrantes Italianos, 1973
Av. Frederico Ozanan, 6000
 Lagoinha Sabesp Posto de Operações - Rua do Cruzeiro, 220
Escola Estadual Padre Chico - Av. Cel. Manoel Antonio Domingues de Casto, 83
EMEF Prof. Alceu Coelho - Rua Agostinho Ribeiro dos Santos, 270 - Centro
Lanchonete Cachoeira Grande - Bairro do Faxinal, s/nº
EMEIEF Arco Íris - Rua Padre João Paulo, 371 - Centro
 Lavrinhas Rua Manoel Machado, 323 - Centro
Rua João Vieira Soares, 139 - Jardim Mavisou
Av. Darcy Sodero Horta, 71 - Village Campestre
Rua Honório Fidelis s/nº - Pinheiros
Rua Geraldo Nogueira de Sá, 747 - Capela do Jacú
 Lorena Rua Lorena, 20 - Centro
Sabesp - Rua Coronel Horta, 238 - Centro
Sabesp (Sede do Setor Lorena) - Rua Paraná, 209 - Cid. Industrial
Sabesp (CCO - Centro de Controle Operacional) - Rua Sete de Setembro, 84 - Vila Zélia
Rua Capitão Messias Ribeiro, 315 - Centro
Rua Comendador Custódio Vieira, 333 - Centro (Edifício Guaypacaré)
Rua Sergipe, 754 - Cid. Industrial
Rua João Augusto de Lima, s/nº - Parque das Rodovias
Av. Targino Viela Nunes, 1472 - Vila Nunes
Rua Prof. Luiz Chagas - CECAP
Av. Sete de Setembro - Cruz
Rua João de Aquino s/nº - Ipê
Rua Paraná, 170 - Cid. Industrial
Av. Targino Viela Nunes, 1462 - Vila Nunes
Praça Dalle Coutinho, 22 - Santo Antonio
Rua Mario Prudente de Aquino, 395 - Cruz
Rua Prof. Francisco Prudente de Aquino, 150, Cabelinha
Av. Hermegenildo Antonio de Aquino, s/nº - Ibama
Fatea - Fac. Integ. Teresa d' Ávila - Av. Peixoto de Castro, 539 - V. Celeste
Mogi das Cruzes Rua Cel. Cardoso Siqueira, 211
Rua Ipiranga, 747
Rua Julio Aragão, 107
Rua Dolores de Aquino, 1925
Monte Alto Rua Mal. Deodoro, 631 – Centro
Mongaguá Av. Marina, 133 - Centro
Praça Jacoub Koudjian, 167 - 3º andar(Mongaguá Praia Shopping)
Osasco R. Antonio Agu, 566 - Centro
Rua Minas Gerais, 123 - Rochdale
Peruíbe Rua Santos Dumont, 16
Pindamonhangaba Rua Capitão Alfredo César, 200 – Vila Nair
Rua José Teberga, 1151 – Vale das Acácias
Poá Rua Dep. Porfírio da Paz, 8
Rua 26 de Março, 187
Praia Grande Rua João Sampaio, 126 – V. Guilhermina
Presidente Prudente Av. Cel Albino, 3099 - Jd.Eldorado
Av. Cel José Soares Marcondes, 3623 - Jd. Bongiovani
Rua Casemiro Dias, 355 - Centro
Rua Cristo Redentor, 20 - Jd. Caiçara
Queluz Sabesp(PO Queluz) - Ladeira Antonio Carlos, 33
Rua Carolina de Melo e Souza, 547 - Centro
Praça Padre Francisco das Chagas Lima, 168 - Centro
Rua Joaquim Carlos Garcez Guimarães, 3 - Figueira
Rua Corifeu de Azevedo Marques, 756 - Palha
Rua Dr. Antonio Carlos Brandão, 190 - CDH
Ladeira Manoel Rodrigues, 176 - Alto do Ginásio
Redenção da Serra Escola Estadual Cel. Queiroz - Av. 7 de setembro, 251 - Centro
Posto de Operações Sabesp - Rua 2 de novembro, 89 - Centro
Registro Av.Pref. Jonas Banks Leite, 400, Centro
Ribeirão Pires Av. Fortuna, 135 - Centro
Salesópolis Rua Alferes J.L. de Carvalho, 501
Santos Av. São Francisco, 128
São Bernardo do Campo Rua Paulo di Faveri - Jardim Mussolini
Reciclart - Rua Carandá, 371 - Jd Campanário
Santana do Parnaíba Rua Alberto Frediani, 27 - Centro
São Luiz do Piratininga Sabesp - Posto de Operações: Rua Pe. Rodolfo Komorek, 53 - Centro
Casa da Agricultura - Rua Cel. Domingues de Castro, 3050 - Centro
Escola Municipal Prof. Waldemar Rodrigues - Rua Sen. Antonio Cunha Bueno, s/nº - Centro
Escola Municipal Cel. Domingues de Castro - Av. Celestino Campos Coelho, s/nº - Centro
Escola Municipal Prof.ª Maria Vitória Campos Azevedo, s/nº - Distrito de Catuçaba
São Vicente Av. Antonio Emerich, 528
Suzano Rua Benjamim Constant, 1980
Av. Ant. Marques Figueira, 1820
Rua Benjamim Constant, 894
Taubaté Rua Vicente Testa, 1 - Jabuticabeiras
Contazul - Rua Monsenhor Siqueira, 82 - Centro
Escola Estadual Monteiro Lobato - Rua Prof. Clóvis Winther, 625 - Jd. Maria Augusta
Escola Estadual Amácio Mazzaropi - Rua Paulo Setúbal, 502 - Vila São José
Escola Estadual Dep. César Costa - Rua Granadeiro Guimarães, 500 - Quiririm
Escola Estadual Jacques Félix - Rua Domingues Ribas, 1072 - Vila Albina
ETEC Dr. Geraldo José Rodrigues Alckmin - Av. Tomé Portes Del Rei, 507 - Jd. Ana Rosa
Colégio Unitau - Escola Balbi - Rua dos Operários, 153
UNITAU - Depto. de Medicina - Av. Tiradentes, 500
UNITAU - Depto. de Ciências Jurídicas - Parque Dr. Barbosa de Oliveira
UNITAU - Depto. de Informática - Av. Marechal Deodoro, 605
UNITAU - Depto. de Pedagogia - Rua Conselheiro Moreira de Barros, 203
Tremembé Sabesp - Rua 7 de setembro, 368 - Centro
EMEF Prof. Ernani Gianico - Rua Antonio Lourenço Xavier, 84 - Centro
EMEF Prof.ª Maria Dulce de Paiva - Rua Iraí, 100 - Pq. das Fontes
EMEF Prof.ª Amália G.R. Patto - Av. 7 de janeiro, s/nº - Jd. Santana
EMEI Pequeno Príncipe - Rua Pio XII, 149 - Centro
Vargem Grande Paulista Rua Mario Scarvance, 94 - Jardim Floresta

Em São Paulo

Região             Endereço
  Centro
Rua Sumidouro, 448 – Pinheiros
Rua Cel. Diogo, 275 - Aclimação
Rua Paramu, 716 - Vila Prudente
Av. do Estado, 681 - Ponte Pequena
Av. dos Imares, 623 – Moema
Rua Major Paladino, 300 – Vila Leopoldina
Rua Aurélia 1125 – Vila Romana
Rua Sebastião Preto, 122 - Mooca  
Rua Nelson de Oliveira, 50 - Jardim Sapopemba
Rua Antonio de Barros, 2688 - Tatuapé
Av. Angélica c/ Praça Buenos Aires
Av. Quarto Centenário, 1268
Parque do Ibirapuera (Portão 5)
Rua Antonio Marcondes, 81 - Ipiranga
Rua Antonio Pereira de Souza - Vila Santana
Av. do Anastácio - Pq. maria Domitila
Rua Miguel Conejo - Freguesia do Ó
Av. das Cerejeiras - Jardim Japão
Av. Dep. Emilio Carlos - Vila Nova Cachoeirinha
Av. Dr. Plínio Salgado
Rua Paulo Lincoln do Vale Pontin - Jardim Guapira
Rua Alvarenga - Butantã
Av. Celeste
Rua Benedito Lemos Leite - Mont Serrat
Rua Anália Andrade Miranda - Jardim Bom Retiro
Estrada do Campo Limpo - Campo Limpo
Rua Ibitirama, 1409a Prudente
Av. Leão Machado, 100 - Pq. Continental
Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 - Lauzane Paulista
Av. Teixeira Leite, 140, Cambuci (Cooperglicerio)
  Norte
Rua Conselheiro Saraiva, 519 - Santana
Rua Antonio Pereira de Souza, 110 - Santana
Av. do Anastácio, 2445 – Pirituba
Av. Liberdade, 500 – Mairiporã
Rua Traway, 1289 – Tucuruvi
Av. Parada Pinto, 2262 - V. Amália
Av. Dr. Francisco Raniere, 834 - Lauzane Paulista
Av. Pery Ronchetti, 870 - Jd. Pery
Av. Nova Cantareira - Barro Branco
Rua Alcindo Bueno de Assís, 500 - Palmas do Tremembé
Rua Sobral Junior, 234 - Vila Sabrina
Rua São Quirino, 905 - Vila Guilherme
Rua Viri, 425 - Jardim São Paulo
Av. Tucuruvi, 470 - Tucuruvi
Av. Tucuruvi, 808 - Tucuruvi
Av. Cruzeiro do Sul, 1100 - Santana
Av. Deputado Emílio Carlos, 318 - Bairro do Limão
Av. Deputado Emílio Carlos, 3900 - Vila Nova Cachoeirinha
Av. Miguel Conejo, 1115 - Freguesia do Ó
Av. das Cerejeiras, 1444 - Vila Maria
Av. Paulo Lincoln Vale Pontin, 333 - Jaçanã
Av. Dr. Fernando Costa, 730 - Bragança Paulista
Av. Dr. Plínio Salgado, 109 - Centro - Bragança Paulista
  Leste
Rua Najatu, 72 – Penha
Rua Diego Calado, 149 – São Miguel
Rua João Lopes Maciel, 465 – ETE São Miguel
Rua Campo Santo, 22 – Poá
Rua Chamaná, 90 - Penha
Rua Tibúrcio de Souza, 1085 - Itaim Paulista
Rua Major Rudge, 37 - Cobrança Penha
Rua Canuto de Abreu
   Av. Oratório, 172 (Praça de Atendimento)
Rua José Zappi, 120 - Vila Prudente
Rua Ibitirama, 1409 - Vila Prudente
Av. Zelina, 709 - Vila Zelina
Av. Celso Garcia, 2725
Rua Dr. João Inácio Teixeira, 91
Rua Cácio de Moura, 180
Rua Alicante, 522
Av. Osvaldo Pucci, 154
Av. Cangaíba, 4200
Av. Nordestina, 475
Rua Cachoeira Alta, 1001
Rua Igarapé da Missão, 20
Av. Arquiteto Vilanova Artigas, 1901
Av. Luiz Mateus, 5500
Rua João Lopes de Lima, 1151
Rua Sargento Edgard Lourenço Pinto, 116
Av. Arquiteto Vilanova Artigas, 1071
Rua Poema das Américas, 12
Rua Batista Fergúsio, 1116
Rua Iaçapé, 302 - Parque Santa
Rua Dr. Edgard Magalhães
Rua Miguel Bastos Soares, 365
Estrada do Lageado, 118
 Av. do Contorno, 60 – Itaquera (Poupatempo)
Sul Estrada do Itaim, 3213
Rua Américo Brasiliense, 721
Av. Cupecê, 2278 – Américanólis
Rua Antonio Carlos Tocconi, 147 - Interalagos
Estrada M’ Boi Mirim, 4059 – Campo Limpo
Estrada M´Boi Mirim, 380 – Jardim São Luis
Oeste  Rua Carlos A. Vanzolinni, 403 - Vila dos Remédios
Rua Barão da Passagem - Alto da Lapa
Rua Simão Alvares, 517
Rua Pedro Picini, 88 - Vila Picinin
Rua Luís Carneiro, 193 - Pirituba 
Rua Cardeal Motta, 84 - Vila Fiat Lux
Est. do Campo Limpo, 2783/2787 – Jardim Pirajussara
Rua Alvarenga, 1169 - Butantã
Rua Major Paladino, 300 - Leopoldina
Rua Alvarenga, 2147- Butantã
Marginal Esquerda do Rio Tietê, 3901- Industrial Altino
Av. Nossa Senhora de Fátima, 845
Rua Baltazar Rabelo, 167 - Butantã

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Qual a taxa atual do derretimento glacial?


Estudos recentes demonstram que o derretimento das geleiras tem se intensificado nos últimos 350 anos, levando ao aumento rápido do nível do mar em algumas regiões do globo terrestre.
Levando em consideração as 270 maiores geleiras entre o Chile e a Argentina e as geleiras do sul e do norte da Patagônia, houve uma perda de volume de 10 a 100 vezes mais rápida nos últimos 30 anos.
Toda geleira é um sistema que está sujeito à evaporação ou fusão. Nos últimos anos, o Ártico bateu recorde de encolhimento de geleiras.
As geleiras da Groenlândia e da Antártica também estão derretendo rapidamente. Segundo a revista científica Science, entre 1992 e 2011 as geleiras da Groenlândia perderam 152 bilhões de toneladas de gelo por ano. Já na Antártica, as geleiras derreteram 71 bilhões de toneladas de gelo por ano.
Apenas esse derretimento levou ao aumento 11,1 milímetros no nível do mar desde 1992. Atualmente, as geleiras dos polos Norte e Sul estão perdendo três vezes mais gelo do que na década de 1990.
Na Groenlândia, cerca de 97% da superfície de gelo já passou por algum derretimento. O problema é causado, principalmente, pelo aumento dos gases de efeito estufa emitidos para a atmosfera.
Até 2100, o nível dos oceanos deve aumentar mais de um metro. Hoje, o mar está subindo cerca de 3,2 milímetros por ano.

Poluição em Pequim


Poluição em Pequim ultrapassa 25 vezes o limite considerado seguro

Com tanta poluição, é difícil respirar ou enxergar em Pequim. Estradas ficaram intransitáveis. Voos foram cancelados na capital.
A poluição do ar na capital da China ultrapassou 25 vezes o limite considerado seguro pela Organização Mundial da Saúde.
Com tanta poluição, é difícil respirar ou enxergar em Pequim. Estradas ficaram intransitáveis. Voos foram cancelados na capital. O governo suspendeu o funcionamento de 103 fábricas poluentes e tirou quase um terço dos carros oficiais de circulação. Os moradores de Pequim foram aconselhados a ficar em casa. Os hospitais estão lotados de crianças com problemas respiratórios.
Por causa da poluição, uma empresa está vendendo latas como uma de refrigerante, só que não há líquido no interior, somente ar. Cada uma custa o equivalente a R$ 1,50. Claro que esse produto não ajuda ninguém a respirar melhor. É um protesto bem humorado. Uma forma de dizer que o ar puro está se tornando tão raro na China que poderá caber em uma latinha.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ideias que iluminam

O governo pretende eliminar as lâmpadas incandescentes do mercado até 2016 e substituí-las por outras mais eficientes, como as fluorescentes compactas e as LEDs. A estimativa é que a economia de energia em iluminação chegue a 80%, não só no País, mas também na sua casa.

Fluorescentes ou LEDs?
As lâmpadas mais eficientes são mais caras, mas duram muito mais. As fluorescentes compactas ficam cinco vezes mais baratas que as incandescentes. Pagam o investimento em menos de três meses na conta de luz, pois economizam 70% em energia.

Já as LEDs, bem mais caras, compensam em longo prazo - a partir de cinco anos -, em função do tempo de vida útil e maior economia (até 85%). No mercado já há modelos em formato de bulbo com o mesmo soquete de uma incandescente.

E eis algumas dicas muito fáceis de seguir para você garantir uma boa iluminação em sua casa, com beleza e economia, e o uso mais inteligente de todos os eletrodomésticos, o que ainda facilitará suas compras:

- Um bom projeto de iluminação ajuda a economizar energia, com o uso de controles como dimmer (controle da intensidade da luz), timer, sensor de presença, ou simplesmente com a luz natural.

- Na hora de construir, pense na economia de energia: painéis duplos nas esquadrias estabilizam a temperatura, e a ventilação natural reduz o uso de ar-condicionado.

- Para usar bem a máquina de lavar roupa:
1. Junte uma quantidade razoável de roupas para só depois lavá-las (isso também vale na hora de passá-las a ferro).
2. Lave com água fria. Assim economiza até 90% de energia.
3. Evite a função de pré-lavagem porque desperdiça energia. Deixe as roupas mais sujas de molho no sabão antes de ligar a máquina.  Como funciona a máquina de lavar sem água? e De gota em gota. 

Mas a máquina não funciona totalmente a seco, já que o líquido é indispensável para dissolver as manchas e viabilizar a limpeza. A diferença é que a máquina da Xeros usa apenas 10% da água utilizada por uma lavadora convencionaldo mesmo tamanho.
Ou seja, gastando menos água, ela promete ser mais econômica e ecologicamente correta. Outro detalhe do bem: as pastilhas são reutilizáveis e têm vida útil de até 500 ciclos. 
Trabalho limpo – A lavadora usa 20 quilos de pastilhas para limpar 5 quilos .
A lavadora da empresa britânica Xeros, que ainda está em fase de testes, utiliza dezenas de quilos de pastilhas de náilon para remover a sujeira das roupas.

- Não use o micro-ondas como relógio nem deixe os aparelhos em stand by. Desligue-os da tomada quando não estiver usando esses aparelhos ou adote tomadas com interruptor.

- Ao comprar eletrodomésticos escolha os mais eficientes. O selo Procel ajuda nessa hora. 

Quais são os principais selos ecológicos no mercado?

Existem mais de 30 certificadoras verdes no país, mas essa diversidade de selos pode confundir.

FSC (Forest Stewardship Council)
O que certifica:
áreas e produtos florestais, como toras de madeira, móveis, lenha, papel, nozes e sementes. Como é: atesta que o produto vem de um processo produtivo ecologicamente adequado, socialmente justo e economicamente viável. Dez princípios devem ser atendidos, entre eles a obediência às leis ambientais, o respeito aos direitos dos povos indígenas e a regularização fundiária. www.fsc.org.br.

Outro selo dessa categoria: Ceflor
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ISO 14001
O que certifica:
sistema de gestão ambiental de empresas e empreendimentos de qualquer setor.

Como é: em sua operação, a empresa deve levar em conta o uso racional de recursos naturais, a proteção de florestas e a preservação da biodiversidade, entre outros quesitos. No Brasil, quem confere essa certificação é a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ao contrário das demais certificações, não há um selo visível em produtos. Para saber se uma empresa tem o ISO 14001, deve-se consultar seu site ou centro de atendimento ao cliente. www.abnt.org
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LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental)
O que certifica:
prédios e outras edificações.

Como é: concedido a edificações que minimizam impactos ambientais, tanto na fase de construção quanto na de uso. Materiais renováveis, implantação de sistemas que economizem energia elétrica, água e gás e controle da poluição durante a construção são alguns dos critérios. 
www.usgbc.org/leed.
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Rainforest Alliance Certified
O que certifica: produtos agrícolas, como frutas, café, cacau e chás. Como é: trata-se de uma certificação socioambiental. Comprova que os produtores respeitam a biodiversidade e os trabalhadores rurais envolvidos no processo. Com grande aceitação na Europa e nos EUA, é auditado no Brasil pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).
www.imaflora.org.
Outros selos dessa categoria: UTZ Kapeh e Max Havelaar.
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ECOCERT
O que certifica: alimentos orgânicos e cosméticos naturais ou orgânicos.
Como: os alimentos processados devem conter um mínimo de 95% de ingredientes orgânicos para serem certificados. Para ganhar um selo de cosmético orgânico, um produto deve ter ao menos 95% de ingredientes vegetais e 95% destes ingredientes devem ser orgânicos certificados – no caso de cosméticos naturais, 50% dos insumos vegetais devem ser orgânicos. O selo Ecocert é um só (este ao lado). Mas, por contrato com a certificadora, o fabricante é obrigado a identificar no rótulo se o produto é orgânico ou natural.
www.ecocert.com.br.
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IBD (Instituto Biodinâmico)
O que certifica: alimentos, cosméticos e algodão orgânicos.
Como é: além de cumprir os requisitos básicos para a produção orgânica (como fazer rotação de culturas e não usar agrotóxicos), garante que a fabricação daquele produto obedece ao Código Florestal Brasileiro e às leis trabalhistas. Os produtos industrializados devem ter ao menos 95% de ingredientes orgânicos certificados – a água e o sal são desconsiderados nesse cálculo tanto para cosméticos quanto para alimentos.
www.ibd.com.br.
Outros selos dessa categoria: Ecocert (leia acima), Demeter, CMO (Certificadora Mokiti Okada) e IMO (Institute for Marketecology).
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Procel
O que certifica: equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos.
Como é: o selo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica indica os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria. Os equipamentos passam por rigorosos testes feitos em laboratórios credenciados no programa.
www.eletrobras.gov.br/procel.


- A diferença de custo energético da água encanada para a água em garrafa, considerando manipulação, transporte e disponibilidade é de 1 para 1000. Prefira sempre a primeira e tenha um bom filtro.

- O telhado das casas pode ser aproveitado tanto para gerar energia, colocando placas solares, como para economizá-la: instalar um jardim na cobertura ameniza o calor e a conta do ar-condicionado. 

Destino certo para o lixo

Quem costuma separar os materiais para a reciclagem está habituado a seguir as quatro cores - amarelo (metal), azul (papel), verde (vidro) e vermelho (plástico) -, além de reservar o conteúdo orgânico. Mas o que fazer com lâmpadas e remédios, por exemplo? Todos os resíduos precisam ser encaminhados corretamente para os locais de descarte: ensinamos quais eles são neste guia.

Dados divulgados em setembro deste ano pelo Compromisso Empresarialpara Reciclagem (Cempre) apontam que 27 milhões de brasileiros, em 766 municípios, contam com a coleta seletiva. Se sua cidade ainda não tem oserviço, separe o lixo mesmo assim - catadores de rua, cooperativas, associações de moradores e ONGs podem cuidar para que os resíduos sejam eliminados da forma certa. Uma prática que vigora desde agosto de 2010, com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), é a logística reversa: ela define que as empresas são responsáveis por recolher seus produtos após o descarte pelo consumidor. Isso significa que a mesma marca que vende um eletrônico deve recebê-lo de volta ou indicar o que fazer com ele. A regra vale para fabricantes de pilhas, baterias, pneus, lâmpadas fluorescentes, eletrônicos e seus componentes. Abaixo, damos todos os detalhes para você fazer sua parte com consciência.

RECICLÁVEL X NÃO RECICLÁVEL Para o processo de reciclagem acontecer, não é necessário lavar nada antes. No entanto, é higiênico retirar o excesso de resíduos do recipiente, principalmente se ele ficar armazenado por algum tempo. "Embalagens sujas de leite, açúcar ou doces podem atrair ratos e baratas. Por isso, sugerimos que as peças fiquem na pia durante a lavagem da louça", indica Ana Maria Domingues Luz, presidente do Instituto Gea. "Mas nada de usar água limpa exclusivamente para isso!", ela completa. Tem material que é fácil separar, mas há outros nada óbvios. Na dúvida, consulte esta lista.

METAL
Recicláveis:
folha de flandres (é o aço revestido de estanho das latas de óleo, sardinha, creme de leite etc.), latas de aerossol (verifique, antes, se estão vazias), latas de bebidas, papel-alumínio limpo, tampas de garrafa.
Lixo comum: clipes, esponjas de aço, grampos, tachinhas.

PAPEL
Recicláveis:
caixas de papelão, cartazes, cartolinas, embalagens longa vida, envelopes, jornais, papéis de escritório. Antes de dispensar livros e revistas, procure doá-los a bibliotecas ou escolas, ou leve-os a sebos.
Lixo comum: caixa de pizza com resíduos, celofane, extrato de banco, etiquetas adesivas, fotografias, guardanapo, notas fiscais, papel-carbono, papel de fax, papel higiênico, papéis plastificados, papel vegetal.

PLÁSTICO
Recicláveis:
canos, copos, embalagens, frascos de produtos de limpeza e higiene pessoal, garrafas PET, potes, sacos, sacolas, tubos.
Lixo comum: cabos de panela, embalagens metalizadas de alimentos (como as de salgadinho), espuma sintética, fraldas descartáveis.

VIDRO
Inteiro ou em cacos, os produtos - recicláveis ou não - devem ser enrolados em jornal ou papelão para evitar acidentes.
Recicláveis: copos, garrafas, frascos em geral, potes alimentícios.
Lixo comum: boxe de banheiro, cerâmicas, cristais, espelhos, lâmpadas incandescentes, lentes de óculos, louças refratárias, porcelanas, vidros de janela.

E O QUE FAZER COM ESTES ITENS?
Celulares

Antes de se desfazer do aparelho antigo, veja se há possibilidade de conserto ou, se ele estiver em boas condições de uso, guarde-o paraemergências, como roubos e quebras de outros celulares. Mas, se doar o eletrônico para alguém ou tiver de jogar fora mesmo, tenha em mente duas questões: apagar as informações pessoais antes de passá-lo para a frente e fazer o descarte da maneira certa, já que esses equipamentos levam metais pesados em sua composição, especialmente na bateria.